Pisca-pisca é uma ótima opção para o Natal, mas é preciso ter cuidado

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Se as luzes forem instaladas de forma incorreta, podem gerar curto circuito na                          instalação elétrica e até mesmo um princípio de incêndio

O famoso "pisca-pisca" em volta da árvore de natal nunca sai de moda, porém hoje existem novas maneiras de utilizá-lo que deixam a casa com um toque bonito e criativo. Segundo a arquiteta da empresa de reparos e reformas Doutor Resolve, Lígia Franco, para sair do tradicional é possível fazer a própria árvore com as luzes do pisca-pisca. “Utilizando fita dupla-face, é só fixar o fio na parede em formato de zigue-zague para criar a silhueta da árvore. Um jeito criativo de decorar a parede para o Natal”, diz.
Outra dica dada pela arquiteta é enrolar o pisca-pisca de forma desordenada dentro de um pote de vidro vazio. “Cria-se um peso de porta, um enfeite de mesa ou até mesmo, quando feito em várias unidades, pontos de luz em um corredor, diferente e bonito para a ocasião”, sugere.
De acordo com ela, janelas iluminadas dão um ar natalino simples e charmoso ao ambiente, tanto instaladas internamente quanto do lado de fora. “Suspender alguns fios de luz na parte de cima da porta e deixá-los pendurados também é uma boa ideia. O impacto à noite cria um efeito lindo”, ressalta a arquiteta.
Com relação aos ambientes externos, a especialista ressalta que o cuidado com a decoração deve ser dobrado “Decorações no jardim são lindas, mas os tradicionais piscas-piscas não são a melhor opção. A exposição à chuva e ao calor podem danificar os fios. Existem modelos de luzes com fios impermeáveis que garantem o melhor funcionamento e segurança”, destaca.
No caso da utilização dos mesmos enfeites de anos anteriores, a indicação é observar se o fio não sofreu nenhum dano. O descascamento deles pode causar choques, entre outros problemas mais graves.
Segundo a arquiteta, o mau funcionamento do pisca-pisca, por excesso de carga ou projeto inadequado, pode acarretar sobreaquecimento, curto circuito na instalação elétrica e até mesmo a um princípio de incêndio no ambiente. “É preciso manter as instalações longe de materiais infláveis, cortinas ou sofás, pois no caso de um incidente, esses materiais se tornam combustíveis para o fogo”, alerta.

O pisca-pisca só deve ser ligado depois da instalação completa, e em nenhuma hipótese deve-se lidar com esse tipo de material com os pés ou mãos molhadas, segundo arquiteta

Deixar as luzes ligadas a noite inteira, além de ser perigoso, pesa no bolso do proprietário. O aquecimento ocasionado por lâmpadas muito tempo acesas pode provocar queimaduras e também iniciar incêndios. A recomendação é desligar durante a noite para evitar esse aumento exorbitante nos gastos e garantir a segurança.
O pisca-pisca só deve ser ligado depois da instalação completa, e em nenhuma hipótese deve-se lidar com esse tipo de material com os pés ou mãos molhadas. Antes de trocar lâmpadas, organizar fios ou mudar o pisca-pisca de lugar, deve-se removê-lo da tomada. Caso haja necessidade de conexões entre os enfeites, o material apropriado é fita isolante, e não fita adesiva, esparadrapo ou algo similar.
Ainda de acordo com a especialista, o proprietário deve apenas realizar instalações básicas e simples. O conserto, a utilização de materiais diferenciados e outras necessidades devem ser realizados por profissionais especializados.

Fonte: Portal Lugar Certo/Correio Web/Divulgação
Fotos: Zuleika de Souza CB/DA Press e Adalto Cruz CB/ DA Press/Divulgação

Vida de condomínio: Moradores devem entrar em cooperação para reforma do prédio

sexta-feira, 26 de outubro de 2012



A advogada Renata Pompeu explica que os donos de imóveis não podem impedir o condomínio de ter acesso a áreas do apartamento para fazer reparos essenciais ao prédio

Foto: Eduardo Almeida/RA Studio/Divulgação

Colaboração é a palavra-chave quando o tema é condomínios. Para que a convivência seja pacífica, além de respeito é necessária disposição para solucionar problemas em conjunto. Quando o assunto diz respeito a reparos essenciais e que afetam a vida de outros moradores, nem se fala. Entretanto, infelizmente não é raro a coletividade ser prejudicada pela falta de interesse ou boa vontade de quem não é afetado pelo transtorno. Isso pode ocorrer, por exemplo, quando o problema vem da cobertura do prédio.
A advogada especializada em direito imobiliário Renata Guimarães Pompeu, mestre e doutora em direito civil e professora do Centro Universitário Newton Paiva, diz que, quando a obra a ser feita é necessária devido a danos ou prejuízos à área comum, o dono do imóvel não pode impedir o acesso ao local que origina o problema. “Condomínio consiste em expressão que significa propriedade comum”, ressalta.
Há casos em que o morador pode ser, até mesmo, acionado para liberar a entrada para obras essenciais ao condomínio. “Pode ser exigida por meio de notificação extrajudicial como forma de prevenir direitos, ou por meio de medida judicial que fixe multa diária ao proprietário da cobertura que, imotivadamente, esteja criando obstáculos para a solução dos problemas existentes”, informa Renata.
Mas, para isso, é preciso que seja comprovada a necessidade desses reparos e que eles são prejudiciais à coletividade. "Independentemente de estar causando danos imediatos ou não aos outros condôminos e cujo acesso somente possa ser feito por meio da unidade de cobertura", acrescenta a advogada.
Caso seja imprescindível o acesso urgente ao imóvel para fazer o reparo, pode-se utilizar de ação cominatória de obrigação de fazer, com pedido liminar, e aplicação de multa diária ao proprietário que se recusa, de forma injustificada, a permitir o reparo, como orienta Renata Pompeu. “A ação deve ser ajuizada com a instrução de provas documentais e laudo pericial especializado que comprove a necessidade dos reparos e os prejuízos ou eventuais prejuízos, econômicos e estruturais, que a área comum ou os outros condôminos podem sofrer.”

PERDAS 

Enquanto isso, além da área comum, caso se outros moradores tiverem prejuízos financeiros pela omissão desse morador, a orientação é tomar medidas para que sejam ressarcidos. “Os condôminos que tiverem prejuízos causados por problemas na área comum cujo reparo tenha sido impedido ou embargado pelo proprietário da cobertura podem cobrar pelas despesas experimentadas em suas unidades”, diz Renata.
Nesse caso, é fundamental que sejam levantadas provas – documentos, testemunhas, entre outros – acerca dos prejuízos sofridos. “A cobrança pode se dar também extrajudicialmente, por meio de notificação, ou judicialmente, por meio de ação judicial própria”, acrescenta a advogada.
Fonte: Junia Letícia/Portal Lugar Certo/Jornal Estado de Minas

Criatividade amplia espaços

quarta-feira, 26 de setembro de 2012




Técnica de integrar ambientes não se limita aos imóveis grandes. Com algumas alterações simples, é possível transformar apartamentos pequenos em locais aconchegantes e bonitos




A designer de ambientes Roberta Seabra diz que eliminar barreiras físicas nos cômodos é o primeiro passo para fazer a transformação

Apesar de não haver medidas mínimas para que se possa fazer espaços integrados, é preciso ter atenção aos recursos disponíveis para otimizar os ambientes. “A integração possibilita a ampliação de espaços. Assim, quanto menores os ambiente, é mais indicado integrá-los, pois darão a impressão de serem maiores e mais amplos visualmente. Para isso, vale empregar vãos de janelas, no caso de cozinhas, e retirar portas, ou mesmo a demolição de paredes, no caso de varandas”, indica a arquiteta Thaysa Godoy.
Caso a integração seja mais visual do que funcional, uma boa solução, conforme a arquiteta Mariana Borges, é abrir o vão, como uma janela, e instalar vidro. “Dessa forma, a amplitude visual é obtida sem a necessidade de se integrar completamente. Persianas e portas de correr também são uma boa solução, pois podem ser facilmente revertidas, dividindo os ambientes quando necessário.”
Para acertar na hora de integrar os espaços, o primeiro passo é eliminar as barreiras físicas. Isso porque a visão de todo o espaço um todo é fundamental, como ressalta a designer de ambientes Roberta Seabra. “Para isso, paredes, portas ou outras divisórias devem ser eliminadas. Após essa etapa, é preciso unir os ambientes, seja com a elaboração de um móvel funcional para ambos, ambientes, seja com um rebaixo de teto, onde um rasgo de iluminação possa percorrê-los, ou até mesmo um papel de parede que faça uma ligação entre eles.”
Para espaços compactos, uma decoração minimalista é ideal, conforme a decoradora Rosa Leite. Nela, a iluminação deve ser o ponto alto. “Composição de cores, painéis de laca e espelho são elementos que ampliam e integram com elegância e sofisticação”, aponta. Sanca com iluminação, pisos diferentes, lareira, altura do teto, meia parede, painel para a TV, persiana, desníveis e o uso de cores diferentes: esses são só alguns exemplos de recursos que podem ser utilizados. Para saber qual deles empregar, a decoradora Rosa Leite diz que é necessário fazer um projeto prático “no qual todos os recursos trabalham em harmonia, criando uma decoração perene”, conta.
Thaysa Godoy confirma que há muitos recursos. Um exemplo são as folhas de vidro, que dão amplitude sem necessariamente proporcionar uma integração completa entre os ambientes. “Pisos diferenciados também podem limitar o uso de cada ambiente. Às vezes, essa diferenciação é, inclusive, necessária, quando temos, por exemplo, na sala um piso que não é resistente para uso na cozinha. Dessa forma, devemos instalar outro material na cozinha, compatível com o uso que ela exige.”

Integração
Ainda no caso da integração da sala com a cozinha, a abertura de meia parede é uma ótima solução. Essa alternativa permite aproveitar a parede para instalação de bancadas que dividirão os dois ambientes, e que terão a função, também, de apoio para fazer refeições. Para quem quer fazer a integração usando móveis, Mariana Borges conta que eles devem ter a mesma linguagem visual e cores que fiquem harmônicas, “pois deve-se pensar no conjunto final e não em cada ambiente separado. Isso vale também para cores de pintura nas paredes e teto. Tudo deve ser pensando em conjunto.”
Um recurso muito versátil que também pode ser empregado é o painel, que possibilita a integração quando desejada e a divisão quando necessária, segundo Mariana. “Além disso, no painel pode-se, inclusive, embutir uma TV giratória, de forma que ela possa ficar no ambiente desejado. Do outro lado ficaria aparente somente o painel.”

Dicas úteis
Confira algumas sugestões para unir espaços em casa

Sanca com iluminação - Se a proposta é unir ambientes, o rebaixo tem de seguir a mesma linha. Uma sanca ou mesmo um rasgo de iluminação que percorra os ambientes pode ter esse efeito.

Pisos diferentes - Apesar de integrados, os ambientes precisam manter sua identidade. Para isso, a marcação no piso pode ajudar a identificar onde começa ou termina determinando espaço. Materiais diferentes no piso ou mesmo a utilização de tapetes pode ajudar.

Lareira - Comumente, a lareira é um ponto de encontro, devido ao aconchego e à tranquilidade que traz. Por isso, reunir ambientes no seu entorno pode ser um fator positivo na integração dos espaços. Para aqueles que não gostam de fumaça ou encontram dificuldades com a chaminé, há no mercado modelos elétricos.

Alturas do teto -
Sem barreiras físicas, os ambientes devem ser identificados de alguma forma, e a diferenciação de suas alturas dos ambientes pode ser um ponto de partida.

Meia parede - Ambientes como a cozinha americana não precisam ter toda a parede retirada para ser integrada à sala de jantar. Em vez disso, a parede de divisa entre os espaços pode ser deixada à meia altura para que possa funcionar como apoio de uma bancada.

Painel para TV -
Comprados prontos ou elaborados por um design de móveis para ser executado em marcenaria, os móveis podem fazer a ligação entre os ambientes, como é o caso do painel para TV. Pode se tornar multifuncional, ora sendo utilizado para assistir a filmes com a família no home theater, ora passando clipes em um happy hour na sala de jantar com os amigos.

Persiana - Algumas marcas persianas já trabalham com painéis que funcionam como divisórias, podendo ser abertas ou fechadas dependendo da necessidade do morador.

Desníveis -
Mais usados em casas, eles têm como característica a distinção de ambientes integrados. Fisicamente nota-se o início e término de cada espaço.

Porta de correr - Com um visual contemporâneo e medidas generosas, elas podem integrar ou separar os ambientes.

Cores diferentes - A integração de ambientes também pode ser feita com uma cor ou papel de parede que, aplicado em uma parede em comum aos espaços, possa trazer a sensação de continuidade.

Fonte: Junia Letícia/Jornal Estado de Minas/Portal Lugar Certo

Foto: Eduardo Almeida/RA Studio/Divulgação

Rede Imvista Líder BH é destaque de Vendas

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Paolo Saltarelli, Karla Saltarelli, ambos da Rede Imvista Venda Nova, Renata Cotta, Diretora da Líder BH, Assunção e Emerson, da PDG

Fotos: Arquivo pessoal

Na terça-feira dia 04 de setembro, as associadas Rede Imvista Venda Nova e Rede Imvista Líder BH foram premiadas pela construtora PDG com o melhor número de vendas entre todas as imobiliárias da Grande Belo Horizonte. A associada Líder BH, representada por Renata Cotta, recebeu o prêmio de de imobiliária com o maior número de unidades PDG vendidas, em parceria com Rede Imvista Venda Nova.

Prêmio recebido pela Rede Imvista Líder BH

Este evento é pioneiro e o número de vendas estão crescendo a cada dia, toda primeira semana de cada mês haverá tais premiações em comemoração aos resultados do mês anterior. Nesta reunião foram apresentados os resultados regionais e nacionais alcançados pela PDG junto às outras imobiliárias parceiras. 


"Já temos nossa meta para o próximo mês e já estamos trabalhando em prol do resultado. Estamos com mais de meio milhão vendidos nesta primeira semana e vários clientes em negociação. A meta é possível e iremos ganhar novamente este prêmio. A próxima imobiliária vencedora está entre nós da Rede Imvista!", diz Karla Saltarelli, gerente da Rede Imvista Venda Nova. 

Fonte: Rede Imvista/Divulgação

Festa do Corretor de Imóveis Rede Imvista

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Depois de um semestre cheio de trabalho, a Rede Imvista ofereceu uma festa em comemoração ao Dia do Corretor de Imóveis! A Líder BH esteve na festa e ganhou prêmios pela boa fase de vendas em parceria com a construtora PDG. Vamos conferir algumas fotos do evento?

Paolo e Karla  Saltarelli junto com o diretor da Líder BH Izaias Alves

 Izaias Alves comemorando com alguns parceiros da Rede Imvista

 Renata Cotta, Diretora da Líder BH com parceiros da Rede Imvista

 Izaias Alves junto com Thales e Jair, da Rede Imvista Exclusiva

 Renata Cotta, Diretora da Líder BH

 Izaias Alves, Breno Fragoso, Davidson Neres e Renan Espíndola, equipe da Líder BH

 Renata Cotta com o prêmio que ganhou em sorteio na festa

Equipe da Imobiliária Personalité entregando o prêmio para o Corretor Renan Espíndola

Fotos: Arquivo pessoal Líder BH

High-low combina o popular e o sofisticado em ambientes

terça-feira, 31 de julho de 2012

Conceito surgido nas passarelas de moda e que mistura produtos caros aos mais baratos, o high-low ganha cada vez mais força em projetos de decoração. Conheça essa tendência




Foto: Eduardo Almeida/ RA Studio


Assim como a valorização do retrô expresso na tendência vintage e da aplicação de cores fortes e contrastes trazida pelo color blocking, o conceito high-low também surgiu nas passarelas e ganhou espaço em projetos de arquitetura e decoração. Caracterizado pela mescla de estilos, nele o equilíbrio é a palavra-chave para o bom resultado. A decoração com esse conceito segue a tendência contemporânea da moda de misturar peças básicas e baratas com outras mais sofisticadas ou detalhes de design.
“Peças high são aquelas com alto valor agregado, como produtos de design assinados e obras de arte”, explica a arquiteta Marina Dubal. Já as peças low fazem um contraponto a esse aspecto sofisticado, pois são básicas e complementam o espaço. “Estas podem ser garimpadas em antiquários, ferros-velhos, supermercados, ou seja, são exatamente aqueles objetos que não damos valor quando estão isolados, mas que em conjunto com outros móveis podem dar charme e personalidade ao ambiente, criando um clima irreverente”, comenta Marina.
O decorador Alberto Radespiel conta que o high-low vem marcar os anos 1990 e, na passarela, chegou misturando peças básicas com sofisticadas. “Como uma blusa bordada em pedrarias usada com uma calça jeans desbotada. Daí surgiu também na decoração essa tendência, que permanece de forma viva.”


O decorador Alberto Radespiel diz que no high-low materiais opostos precisam conversar entre si para garantir a beleza do ambiente. Planejar é fundamental


Nesse conceito ou estilo, o decorador explica que os ambientes são compostos por formas, texturas, cores, épocas e preços que têm contrastes entre si. No high-low, materiais opostos conversam muito bem entre si. “Arrisco dizer que, no bom sentido ‘do lixo ao luxo’, podemos compor espaços belíssimos. Móveis e objetos clássicos, designs assinados e obras de arte em composições com elementos populares, simples e de baixo custo”, indica Alberto Radespiel.
A arquiteta Milene Donato confirma que a decoração high-low consiste na mistura de peças sofisticadas e tecnológicas com peças populares e reaproveitadas. “O high é traduzido por elementos caros e chiques, geralmente de design e obras de arte. Já o low identifica as peças baratas e simples, vêm de lojas populares, do artesanato, de objetos e móveis usados, além daqueles objetos que ganham novas funções (aros de bicicletas que se transformam em pés de mesa, lustres feitos de cestos etc.)”
De acordo com a arquiteta, essa mistura de estilos, de forma equilibrada, pode imprimir muita personalidade a um ambiente. “Todos nós temos um lado high e outro low que pode ser reconhecido. E por que não aproveitá-los na decoração de casa? Aplicar objetos que aqueçam a alma de seus proprietários, coisas que revelem a história dessa família, que as façam se reconhecer neles e que contem a trajetória desses moradores é fundamental”, avalia Milene Donato.

CORES


A decoradora Raquel Brum diz que o high-low mistura estilos como vintage, unindo peças com mix de cores às mais simples ou clássicas, sempre com equilíbrio, para obter um bom resultado. Assim, peças assinadas por artistas renomados, mescladas com outras simples do cotidiano ou pontuadas com cores vivas, trazem o conceito das passarelas para casa. Para isso, vale percorrer de galerias de arte a brechós. Assim, é possível ter, lado a lado, uma poltrona de design com uma mesa de madeira rústica, um sofá de veludo clássico junto a um banco de madeira de demolição, conforme Alberto Radespiel. “Não há regras. O que importa é o bom senso.”


Fonte: Junia Letícia/Jornal Estado de Minas/Portal Lugar Certo

Unilar 2012 deve receber 50 mil pessoas no Minascentro até domingo

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Feira apresenta utilidades domésticas, móveis e artigos de decoração em BH

Cinquenta mil pessoas devem passar pela 29ª edição da Unilar até o próximo domingo. A feira de utilidades domésticas, móveis e artigos de decoração começou com estandes cheios de visitantes já na primeira hora de abertura, nesta terça-feira, com vendedores correndo para dar os últimos toques na decoração dos ambientes e terminando de organizar mercadorias.
“A feira está boa, porém menor que a do ano passado. Mas muitos produtos estão mais baratos que nas lojas”, afirma a professora e dona de casa Heloísa Pinheiro, que visitava uma estande de artigos para casa com a mãe. “Eu gosto porque sempre tem novidade”, diz. Visitante assídua das edições da feira, Heloísa diz que gosta muito das utilidades domésticas, mas conta que já comprou até jóias durante o evento, chegando a gastar R$ 300. “O ruim é que a gente muitas vezes acha bonito e compra o que não precisa tanto”, diz, sorridente.
A dona de casa Valéria de Souza também abriu o bolso em sua primeira participação da feira. Gastou R$ 400 no primeiro dia e planeja voltar com outras pessoas no final de semana. “Achei muitas coisas interessantes. A linha de artesanato para casa é bem bacana. Pagar R$ 13 em uma toalha de mesa é um preço muito melhor que em loja. Mas tem poucas lojas de móveis. Estava procurando um sofá para a sala de TV”, diz.
A feira está repleta de pequenas miudezas que podem facilitar a vida em casa e no trabalho. Os cerca de 150 estandes com expositores de todo o país, reunidos em um espaço de 10 mil m², têm desde um prático fervedor de água instantâneo, até móveis retráteis, panelas, aromatizadores, tapetes, flores, jogos de cama, mesa, banho e cozinha, e artigos de uso pessoal como massageadores, compressas, bijouterias, calçados e roupas.
A expectativa da Tecnitur, organizadora do evento, é de que o movimento financeiro chegue na casa dos R$ 35 milhões. A feira ainda tem uma programação ampla de palestras e encontros, além de atrações culturais, tecnológicas e cursos para toda a família. Veja a programação das palestras e outros detalhes sobre a feira no blog As Coisas da Casa.
 A Unilar está aberta de até o dia 1º de julho, de 14h às 22h, no Minascentro, à Avenida Augusto de Lima, 785, em Lourdes. Os ingressos custam R$ 7. Maiores de 60 anos e crianças até 12 anos não pagam ingresso.

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