Confira dicas para decorar a casa com referências do cinema

sexta-feira, 23 de março de 2012

                Yeda Garcia sugere que é possível brincar com fotos antigas e fazer 
                                                         intervenção com cores fortes 

Já pensou trazer a magia do cinema para dentro de casa? As decoradoras Yeda Garcia e Walléria Teixera dão dicas para ajudar os amantes do cinema na hora de decorar o ambiente. Descubra qual o melhor cômodo, cores e quais objetos podem incrementar a decoração. 
De acordo com as decoradoras, o ambiente ideal para investir na estética cinematográfica é o home cinema. “Mas nada impede que essas referências sejam usadas no quarto de um adolescente que seja fascinado pelo tema”, pondera Yeda. Ela também explica que no caso do home, em geral, é melhor optar por cores escuras. “Ficam mais aconchegantes, com o clima do cinema”, lembra. 
Yeda sugere que se a pessoa usar fotos dos clássicos do cinema, elas devem ser em preto e branco. “São sempre elegantes e remetem ao clima do cinema noir. Ficam sensacionais”, opina. Para os que apreciam detalhes mais marcantes, a decoradora conta que também é possível brincar com fotos antigas e fazer intervenção com cores fortes. Em um dos ambientes criados com esta temática, Yeda usou fotos de grandes divas do cinema, como Marlene Dietrich e Greta Garbo, com interferências em cores cítricas e eletrizantes. “Isso deu um toque mais pop ao ambiente, um toque de bom humor”, analisa.
Já Walléria diz preferir usar tons neutros, assim os detalhes mais alegres ficam por conta dos objetos decorativos. “Você pode entrar com telas e objetos coloridos para complementar. Tem cliente que pede para colocar retratos de filmes”, conta. Na opinião da decoradora, a melhor dica para o home cinema é investir em um bom equipamento e estofado para aproveitar da melhor forma o ambiente.Outra dica importante para quem quer decorar o home cinema, é trabalhar com materiais acústicos. “O ideal é usar revestimento de parede. Existem vários tipos, como palha, papel de parede e outros”, conta Walléria. A decoradora também destaca que o teto acústico é essencial. 


Fonte: Correio Web/Portal Lugar Certo/Divulgação
Foto: Divulgação

Cães e gatos moram ao lado

sábado, 10 de março de 2012

Bom-senso deve pautar a relação entre vizinhos que têm ou não animais


Mesmo com a proteção da lei, Priscilla buscou maneiras de conviver bem


Foto: Charles Silva Duarte/Jornal Pampulha
Fonte: Letícia Murta/Jornal Pampulha

Eles já são 98 milhões e ocupam espaço nobre em 44% dos lares brasileiros. Os animais de estimação, definitivamente, atingiram um patamar elevado e foram promovidos, na maioria das vezes, a membros da família. Com os animais ocupando cada vez mais espaço tanto na vida quanto na casa de seus proprietários, os problemas de convivência também aumentaram. 
Os mascotes são apontados como um dos principais motivos de brigas entre vizinhos. No campo de guerra que acabou se formando, de um lado estão os proprietários de animais em busca da liberdade de criar seus peludos e do outro, pessoas que reclamam do barulho, mau cheiro ou medo. 
Apaixonada por animais, Priscilla Aduan, 23, achou que não teria problemas morando em uma cobertura com quatro cachorros, mas acabou testando os limites do conceito de “política de boa vizinhança”. “Alguns moradores não queriam encontrar nas escadas com os cães, mas não havia outro modo de sair. Eu achei isso um exemplo de intolerância”.
Vivendo o outro lado da moeda, Gizele Pinho considera que perdeu o direito de usufruir da área comum do prédio, já que um de seus vizinho insiste em andar com o cachorro sem coleira (veja texto nesta página). 
Diante de situações como essas, especialistas recomendam a busca de um acordo, respaldado pelo bom-senso e ancorado pelo Código Civil Brasileiro. 
Disposta a entrar em um consenso, Priscilla Aduan chegou ao ponto máximo de deixar com a mãe dois dos animais, mas nem mesmo a medida reduziu o conflito. “As pessoas do prédios nos tratavam com hostilidade e agressividade gratuita”, lamenta.
O problema se estendeu e o síndico cogitou mudar a convenção de condomínio para proibir a presença de animais dentro do apartamento. Priscilla contornou a situação por dois anos no prédio e depois preferiu se mudar para uma casa.


Legislação
O que muitos não sabem é que nenhuma regra administrativa pode proibir ou limitar a presença de animais de estimação nos apartamentos. Essa medida é inconstitucional, garante o presidente da Comissão de Direito Imobiliário da OAB-MG, Kênio de Souza Pereira. “Não existe lei que proíba ou puna os moradores que desejam manter animais em suas unidades. O proprietário tem liberdade de utilizar o espaço interno do seu apartamento da maneira que bem lhe convier, conforme estipula o art. 1.228 do Código Civil”, esclarece.
Ele explica que a convenção de condomínio não pode determinar se um morador pode ter animais e nem mesmo a quantidade de bichos. “O simples fato da convenção proibir ou limitar o número e a permanência de animais num edifício não autoriza o síndico impedir que um morador tenha seu bicho, pois essa imposição prévia não tem respaldo legal, já que a convenção consiste num contrato hierarquicamente inferior ao Código Civil”, garante.
 Síndica de um condomínio residencial há cerca de dois anos, Maria Lúcia Melo conta que o atrito entre vizinhos é uma constante. Porém, ciente da legislação, tenta contornar a situação sem proibir os bichos.  “Buscamos a melhor maneira para que todos convivam bem dentro do local onde moramos”, enfatiza.

Bicho não pode tudo

Embora a presença dos animais de estimação seja garantida pela legislação vigente, além do bom senso, algumas regras podem, sim, ser impostas pelo condomínio.
Animais não podem andar livremente pela área comum e a administração pode restringir um elevador para entrada e saída dos peludos.
“Os animais não podem, em hipótese alguma, causar danos ao patrimônio, colocar a segurança, o sossego ou a saúde dos demais moradores em risco. A convivência deve ser pacífica”, explica o especialista em direito imobiliário Kênio de Souza Pereira.
Ao escolher um lugar para morar, a contadora Gizele Pinho, 27, buscou um condomínio que oferecesse uma área de lazer completa, para que a filha de 4 anos tivesse espaço. No entanto, há alguns meses, a contadora perdeu a vontade usufruir do espaço comum por medo de um cachorro que mora em seu prédio. Ela conta que o espaço “preferido” do animal é exatamente o playground. 
“Não sei se o cão é bravo. Mas fico insegura de deixar minha filha perto de um animal que não é acostumado com ela e anda solto. Até mesmo por questões de higiene, já que proprietário nem mesmo limpa o cocô do cão. O vizinho não aceita reclamações, nem as ponderações do síndico. O caso vai acabar tendo que ser resolvido nos tribunais”, desabafa.

Dono educado, vizinho tranquilo


Higiene

As fezes devem sempre ser recolhidas. No mercado, existem pás e saquinhos próprios para que você faça isso sem se sujar. Em sua casa, mantenha o “banheiro” de seu bicho sempre limpo para evitar odores.



Barulho

Os cães latem, mas os tutores devem tentar que o barulho do animal não exceda o tolerável. Procure observar se ele late apenas para sinalizar algo estranho ou se está estressado e precisa de tratamento.



Limite

Por mais que você ache que seu cão é obediente, é prudente e educado andar com ele na coleira e com a guia. Isso evita que o animal pule em outras pessoas ou saia correndo, fuja ou mesmo se machuque.



Segurança

Se seu cão é feroz, use focinheira para evitar ataques. Em Belo Horizonte, a lei municipal 8.354/2002 determina que os proprietários de cães da raça pitbull usem equipamentos de contenção do animal.

Feliz Dia Internacional da Mulher!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Hoje é o dia é de vocês!!


Construtora Lider inicia as obras do Ramada Minascasa Hotel

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012


Imagem: Lider/Divulgação

A Construtora Lider deu início às obras do Ramada Minascasa Hotel (perspectiva). A previsão de conclusão é para o primeiro trimestre de 2014. Construído junto ao Shopping Minascasa, na Avenida Cristiano Machado, Região Nordeste de Belo Horizonte, o hotel terá 200 apartamentos e 17 andares. Com experiência no mercado hoteleiro, a Lider já construiu cinco hotéis e parte para mais um, que terá valor geral de vendas (VGV) em torno de R$ 55 milhões. O VGV é um dos indicadores mais importantes do mercado imobiliário. Quanto maior o índice, maior o impacto econômico do empreendimento. Além de contribuir para a melhoria da infraestrutura da capital mineira para receber os jogos da Copa do Mundo, o hotel é focado no turismo de negócios. Tendo como destaque o fato de localizar-se ao lado do Hotel Ouro Minas, em frente ao Minas Shopping e próximo à Linha Verde, que dá acesso aos aeroportos de Confins e Pampulha, o hotel alia praticidade e segurança, já que será construído dentro de um shopping. Isso facilita o acesso dos hóspedes a serviços como banco 24 horas, salão de beleza, lazer, lojas de decoração, padaria, entre outros. O empreendimento terá, ainda, uma área de alimentação, que será construída em seu primeiro andar. A intenção é que, mais do que uma área de alimentação, o lugar se transforme em um espaço gourmet, referência na região. Com a bandeira de uma marca do maior grupo hoteleiro do mundo, que tem mais de 7 mil hotéis e 600 mil quartos em cinco continentes, o hotel será administrado pela Vert Hotéis, representante do grupo Wyndham, detentor da bandeira Ramada no Brasil.

Fonte: Portal Lugar Certo

Aprenda a organizar as brincadeiras das crianças

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

A designer de interiores Iara Santos diz que projetos de decoração devem prever espaços para acomodar brinquedos, livros e roupas de forma simples e garantir o livre acesso das crianças


Não é novidade que toda criança adora brincar. Mas na hora de arrumar a bagunça, elas não acham nada divertido. O resultado é um monte de carrinhos, bonecas, jogos e bolas espalhados pela casa. Essa desordem também pode ser perigosa, já que deixar brinquedos jogados pelo chão pode causar acidentes domésticos. Como muitas vezes não adianta pedir às crianças para manterem a organização, o jeito é apelar para transformar essa hora tão chata para elas em uma continuidade da brincadeira. Para que isso aconteça, por incrível que pareça, a solução pode estar na escolha correta do mobiliário.
De acordo com a designer de interiores Flaviane Pereira, para favorecer a organização, é essencial escolher móveis que sejam bem acessíveis aos pequenos para que eles não tenham muito trabalho ao manuseá-los. “O principal é que a criança tenha tudo ao alcance das suas mãos, para que ela mesma possa Cômodas, camas com gavetas e cabideiros são algumas das opções que ajudam nessa organização, segundo o dono da loja Sapeka do Shopping Minascasa, Marcus Vinícius da Silva Lima. Mas é preciso que o mobiliário tenha atrativos que levem os pequenos a interagir com ele. “O ideal é utilizar cores vibrantes e fortes para estimular que a criança desenvolva mais seu lado sensorial”, sugere. O empresário também indica o uso de móveis lúdicos, que remetem os pequenos ao mundo da brincadeira e aguçam o imaginário infantil. Para isso, o mercado disponibiliza as mais diversas opções. “Como baús em formato de animais, carrinhos ou casinhas”.

Usar cores vibrantes ajuda a estimular o desenvolvimento do lado sensorial das crianças. Mas evite exageros para não causar desconforto

Flaviane Pereira observa que as crianças se sentem melhor em ambientes que despertem sua atenção. Por isso, elementos como letras, números, formas geométricas, linhas e cores, além de terem caráter educativo, auxiliam o design de projetos infantis. “Um quarto para uma criança que está na escolinha pode ter elementos diversificados, como fotos, desenhos e figuras”, indica.
Outros atrativos são usar adesivos na parede dos quartos e portas de armários e fazer do ambiente também um local de lazer. “Principalmente porque a maioria das pessoas mora em apartamentos com espaços reduzidos. Então, aproveitar bem esse espaço e estimular a criança a gostar e aproveitar o ambiente é uma boa aposta”, acredita o empresário. Para quem está começando a pensar na ideia de fazer com que o ambiente favoreça a organização, o mais recomendado é começar com um baú, segundo Marcus. O móvel deve incentivar a criança a brincar e ter formatos e cores divertidas.

PRÁTICO

Apesar de hoje ser possível encontrá-los nos mais diversos formatos e cores, já faz algum tempo que os consumidores atribuem valor a esses tipos de móveis. “Sempre houve essa noção de que é preciso guardar as coisas das crianças. Há cerca de 10 a 15 anos, no entanto, surgiu uma preocupação maior com a necessidade de montar um quarto mais prático e mutável, que possa ter mais de uma função para a criança (brincar, estudar e dormir, por exemplo)”, diz Marcus Lima.
A designer de interiores Iara Santos também ressalta a importância de todos os projetos de mobiliário serem idealizados para acomodar, de forma simples, o acesso da criança aos brinquedos. “Móveis baixos com baús volantes e abertos são ideais para que as crianças possam pegar e guardar os brinquedos sem muita dificuldade. Outra opção são as estantes-tablados. Esse móvel é bem baixo, quase no piso”.
Para quem tem mais espaço em casa ou mora em um apartamento maior, o ideal é destinar área específica para a prática da brincadeira. “Projetar uma brinquedoteca é uma boa pedida para fazer dos brinquedos parte da decoração e evitar a bagunça por toda a casa”. É fundamental, ainda, observar a altura do mobiliário para que as crianças possam usá-los adequadamente. “Nesse caso, gosto muito de fazer móveis mais baixos”, diz a designer de interiores Iara Santos. Caso isso não seja possível, para os papais e mamães superorganizados, ela dá outra dica. “O segredo é simplificar. Facilitar o acesso aos brinquedos. Uma maneira de estimular os baixinhos a guardar os brinquedos é desafiá-los em um jogo. Pode-se separar móveis e baús por temas. Assim, eles terão que guardar todos os brinquedos em seus devidos lugares”, sugere. Dessa forma, basta dar início às brincadeiras e evitar a dor de cabeça de ter de juntar toda aquela bagunça deixada pela criançada.
Para isso, uma das opções é buscar em lojas as opções que melhor atendem as necessidades do ambiente, das crianças e de seus pais. A desvantagem dessa escolha é a limitação de uso com o passar do tempo, como observa a designer de interiores Flaviane Pereira. “A maioria dos móveis prontos, não planejados, têm menor aproveitamento a longo prazo. O ideal, não só para as crianças, mas para toda a residência, é um projeto que considere a personalidade e as necessidades do usuário. Móveis prontos são determinados e limitados a determinada faixa etária”, destaca.


Marcus Lima também diz que em lojas de móveis infantis há boas opções, como baús, armários e cômodas. As lojas especializadas em peças planejadas são outras apostas. No caso de quem optar por encomendá-los, é necessário aguardar um prazo maior para fazê-los. “Hoje, esse processo tem um prazo médio de entre 30 e 60 dias. Geralmente, o cliente procura uma loja e escolhe o modelo. A partir disso, pode variar cores, puxadores, acabamentos, tamanho.” Para quem optar por fazê-los sob medida, Flaviane indica que o melhor caminho é procurar um designer “que considera o espaço, a função e o leiaute. Esse é o primeiro passo para não haver erros. O questionário elaborado pelo profissional vai guiar todo o projeto”, diz.
De acordo com a designer de interiores, o desenvolvimento de um produto deve partir de uma intenção. “Essa, por sua vez, deve estar delimitada por uma grande variedade de quesitos, que orientem o foco do seu desenvolvimento. Esse é o briefing: um conjunto de ideias que possibilita ao designer compreender e mensurar o projeto”, explica Flaviane. O trabalho é detalhado e envolve uma série de aspectos que são fundamentais para o sucesso no projeto. “No briefing, é especificado qual o produto a ser desenvolvido, qual o seu conceito, para quem se destina e seu custo. Um móvel bonito pode não ser funcional e vice-versa”, ressalta Flaviane Pereira.
Para Marcus Lima, os critérios mais importantes a serem considerados na hora de projetar esse tipo de móvel são a durabilidade, a segurança (normas da ABNT) e a facilidade de manutenção e limpeza. Entre as opções mais procuradas estão os armários e as cômodas, que são mais duráveis. “Clientes já estão optando por armários planejados ao invés dos armários infantis, porque duram mais e aproveitam melhor o espaço”, verifica. E para que haja harmonia entre o mobiliário e os demais objetos que fazem parte da decoração, é preciso saber como distribuí-los. “Para aproveitar bem os espaços, é interessante utilizar nichos nas paredes, que podem abrigar tanto objetos de decoração quanto brinquedos, deixando-os em locais de fácil acesso”.
CUSTO
Se a ideia já está te seduzindo, agora é partir para sua execução. Marcus Lima diz que o preço vai variar muito de acordo com material, tamanho, processo de fabricação de cada peça. Mas investir nelas vale à pena, principalmente levando em consideração o tempo corrido. “Os pais procuram produtos que simplifiquem a rotina e que sejam práticos. Um exemplo é a facilidade oferecida por um cabideiro: podem ser dependuradas as coisas da criança quando chegam em casa. Além disso, também é visualmente mais agradável.”
A desvantagem de utilizar esse mobiliário é que, por geralmente terem design diferenciado, têm um custo é um pouco alto, como admite Marcus Lima. “No entanto, também já existem opções mais em conta”, completa. Para se ter uma noção de preço, um baú em formato de animal, cama Disney Princesas (com estante escondida) e cômoda Stock Car – Step2 saem por R$ 200, R$ 2.299 e R$ 889, respectivamente.
Tudo em seu devido lugar

As opções de mobiliário para facilitar a organização são variadas. Mas para que a peça compense o investimento do valor que foi desembolsado em sua compra, é preciso saber incentivar o seu uso correto. Para isso, as personal organizers Célia Nunes e Vânia Laporte, da Simplesmente no Lugar, ensinam como brincar com organização. O primeiro passo para incentivar e ensinar os filhos a deixarem o ambiente usado para brincar em ordem é servir de exemplo. “Organize o quarto dos adultos, primeiramente, e mantenha-o sempre arrumadinho, limpo e bem cheiroso”, comenta Célia.

Como é comum que as crianças, ao brincar, derrubem as caixas de brinquedos no chão, é fundamental impor limites e estabelecer acordos antes das brincadeiras. “Mostre a eles que o que tirarem do lugar terá de ser devolvido e guardado da mesma forma que antes. Não ceda às suas vontades, senão a bagunça vai crescer junto com elas”, alerta. Para incentivá-las a deixar tudo em ordem, também é fundamental elogiar quando eles arrumam os brinquedos depois de utilizá-los. “ Por isso, facilite as tarefas, providenciando recipientes organizadores adequados para cada tipo e tamanho de brinquedos”, diz Vânia.
Nesse trabalho, vale usar baús, caixas plásticas transparentes de diversos tamanhos e as próprias embalagens de alguns brinquedos. “E lembre-se de dar tarefas que os filhos consigam realizar. Nada de regras rígidas nem organização impecável. Ajude sempre, mas nunca faça todas as tarefas por elas.” O incentivo à organização do espaço por parte das crianças passa, ainda, pelo acesso delas aos locais destinados à guarda dos objetos.
Entretanto, caso os pais notem que a criança usa todos os brinquedos de uma só vez, derrubando-os no chão para brincar e depois não dá conta de guardá-los, a solução apresentada por Vânia é selecioná-los para serem usados separadamente. “Tire alguns deles de circulação por algum tempo e guarde-os para surpresas posteriores.” Esse tipo de trabalho educativo e de conscientização pode ser aplicado a todas as crianças, com ótimos resultados. Como exemplo, Célia cita um caso em que ela e sua sócia foram contratadas para organizar o quarto de uma menina de 11 anos que tinha acabado de receber o diagnóstico de distúrbio de déficit de atenção.
Fonte: Junia Letícia/Portal Lugar Certo/Jornal Estado de Minas
Fotos: Eduardo Almeida/RA Studio


Vaso superzise

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012


Muitas vezes, o que torna os ambientes mais aconchegantes é um toque de verde. Além de trazer frescor, plantas e arranjos florais proporcionam a sensação de beleza e bem-estar.
Em voga, vasos extragrandes trazem nobreza aos ambientes internos e externos, incrementando projetos de decoração e paisagismo - às vezes, ampliando a dimensão de espaço, outras, dando um toque mais afetivo, a depender do tipo e do porte da planta escolhida.
Kátia Matos, sócia-proprietária da Trópica Paisagismo, conta que já foram muitos os casos em que seus clientes solicitaram-na o plantio de espécies frutíferas, motivados pelo desejo de trazer para o apartamento um ar mais campestre. Ela explica que, mesmo a pessoa morando em um apartamento pequeno, é possível optar por vasos superlativos na varanda, por exemplo, usando-os com frutíferas ou espécies mais rasteiras, criando uma espécie de pequeno quintal.
"Trabalhamos muito com jabuticabeiras e, dependendo do desejo do cliente, nós adquirimos a muda já frutificando. É uma forma de ter uma hortazinha em casa", explica. Segundo Kátia, é possível ter pé de romã, acerola, pitanga e até morangos, cultivados em vasos grandes de boca larga como forração.
Outra dica da paisagista é usar vasos de tamanhos diferentes, fazendo um projeto de paisagismo escalado. "Usar, por exemplo, um vaso bem alto com pata de elefante ao lado de uma bacia", propõe.
Uma tendência bacana que aparece atualmente na área de paisagismo é o plantio de espécies de pequeno e médio portes em vasos acima de 80 cm, ou seja, um vaso muito grande recebe uma planta mais miúda, gerando assim uma espécie de desproporção entre o recipiente e a planta.

Fonte: Mariana Lage/Jornal Pampulha/Portal O Tempo Online
Foto: Marcos Fioretch/Divulgação

Espaço para os lavabos

Banheiros para áreas sociais ganham destaque em projetos personalizados e
criatividade que surpreendem as visitas

O lavabo é essencial para quem costuma receber a família e os amigos em casa. Uma espécie de cartão de visitas do imóvel, ele deve completar a atmosfera de aconchego e boas-vindas às visitas. Para que isso ocorra, é preciso saber quais elementos podem ser usados e como empregá-los. Espaço que garante mais privacidade aos moradores da residência, o lavabo é definido pela arquiteta Roziane Faleiro como um banheiro que atende a área social, evitando que visitantes usem os banheiros íntimos da casa. E para ter esse espaço não é preciso reservar grandes áreas. Segundo ela, com as dimensões de 1,50m x 1,10m já é possível projetá-lo. “Qualquer imóvel pode ter um lavabo, pois, com poucos metros quadrados se consegue cumprir a função a que ele se destina”, diz.
A arquiteta Patrícia Guerra ressalta a importância de o ambiente estar ligado à área social ou hall comum. “O ideal é que seja localizado próximo da área onde já existem tubulações de água e esgoto. Basicamente, o lavabo se compõe de bacia e lavatório. Normalmente, procuramos criar um espaço com charme e certa surpresa, de forma que possa ser convidativo e agradável ao uso”, conta.
Com 1,20 metro quadrado (m2), qualquer imóvel pode ter lavabo, segundo a decoradora Dênia Diniz. Mas é preciso observar a posição da porta, já que, conforme estiver instalada, pode ocupar muito espaço. “Normalmente, são ambientes pequenos, mas devem-se respeitar medidas mínimas para uma boa circulação”, acrescenta. Mais do que algo dispensável, ela diz que, em alguns casos, o local é um espaço essencial no imóvel. “Ele se torna fundamental onde não existe o banho social, só suítes. Isso para a visita não precisar entrar no quarto dos moradores, o que tira a privacidade.”
"Procuramos sempre criar um espaço com charme e certa surpresa", diz Patrícia Guerra, arquiteta

Desde que ofereça condições para instalações hidráulicas e de esgoto, qualquer imóvel pode ter o espaço, como considera a arquiteta Sandra Diniz. “Com um mínimo de 90cm de largura pode-se ter um lavabo. Mas, para isso, ele deverá ser mais longo, contemplando áreas para o vaso sanitário, abertura da porta e espaço para a pia. Pode-se também lançar mão do uso de um lavatório menor, para proporcionar conforto maior dentro do banheiro”, explica. Além disso, esse espaço pode ter iluminação e ventilação artificiais.
Para fazer esse tipo de projeto, o designer da Lider Interiores Rafael Cândido diz que é preciso imprimir a personalidade do morador no espaço, já que ele é pouco frequentado e o tempo de permanência de pessoas nele também é reduzido. “Isso pode ser feito com objetos inusitados, criativos, ousados e que causem grande impacto visual, pois ele é o cartão de visitas da casa.”
A coerência com os demais ambientes é outro aspecto a ser considerado, conforme a arquiteta Natacha Nascif. De acordo com ela, ao escolher os materiais, deve-se levar em consideração o perfil do morador, integrando a decoração do lavabo ao restante do projeto. “Podemos utilizar da madeira ao aço inox. A escolha certa da cuba e dos metais é peça chave do projeto.”

TINTA
Como o ambiente, de maneira geral, é muito pequeno, tendo, em média, de 2 a 5 metros de área, é fundamental fazer a escolha correta da cor a ser empregada nele e a disposição de adornos e marcenaria, conforme Natacha. “As cores influenciam diretamente nos ambientes. As claras ampliam os espaços, dando a ilusão de amplitude. Já as escuras ou quentes criam espaços mais intimistas, tornando os ambientes mais aconchegantes”, considera. Outra alternativa para dar a sensação de amplitude é utilizar espelhos, como sugere a arquiteta.
A arquiteta Sandra Diniz tem mais uma dica para que o espaço pareça maior. “Pastilhas em vidro translúcidas, que refletem o brilho da luz, também passam a sensação de que o espaço é maior. Use-as no piso e na parede, revestindo atrás do espelho. Nesse caso, o espelho deve ser menor do que a parede. Trate o restante da parede com pintura ou textura”, ensina.

Fonte: Junia Letícia/Jornal Estado de Minas/Portal Lugar Certo
Fotos: Eduardo Almeida/RA Studio/Divulgação

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