Morar bem é... Estar perto do que amamos

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

"É preciso se sentir bem no local onde se vive, ter aquela sensação de bem-estar
ao voltar para a casa"

André Miglio Porto - Vocalista da banda Falcatrua e compositor
Morar bem é estar próximo das pessoas que amo, como família e amigos, e em um lugar que seja especial. Características como tranquilidade, segurança, comodidade, infraestrutura e boa localização são primordiais para criar um ambiente saudável e aconchegante. É preciso se sentir bem no local onde se vive, ter aquela sensação de bem-estar ao voltar para casa.
Moro no Bairro Sion, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, e posso dizer que tenho perto tudo de que preciso. Além de ser um bairro calmo e bem familiar, conto com uma infraestrutura excepcional, com várias opções de lazer, entretenimento e diversidade. São inúmeros e excelentes supermercados, lanchonetes, restaurantes, sacolões, praças, escolas e cafés. E o que é melhor: posso fazer tudo a pé, fugindo do trânsito caótico da cidade e incluindo a atividade física no meu cotidiano. Andar pelas ruas do bairro é uma forma prazerosa de conhecer melhor os lugares e as pessoas. A praticidade de ter tudo de que preciso próximo facilita a vida diante da correria diária.
Gosto muito de BH. Como qualquer outra cidade, conta com suas belezas e diversidades. Temos uma topografia acidentada conhecida como “mar de morros”. Isso dificultou um pouco o urbanismo. Mas, nos últimos anos, temos avançado muito nesse aspecto, por meio de projetos que incentivam um crescimento mais ordenado e planejado. Um dos exemplos que posso citar é o programa da prefeitura Vila Viva, que tem favorecido diversas favelas da capital com obras de remanejamento e reestruturação de seus lares.
Temos o grande desafio urbano de ampliar e qualificar nossas áreas de convívio comum, como praças e parques. São locais ainda pouco explorados e propícios para desenvolver um dos nossos grandes legados: a diversidade de manifestações culturais. Nosso povo conta com uma grande criatividade e riqueza de criações que devem ser compartilhadas e divulgadas. Como não temos praia, abrimos janelas artísticas para realizar os nossos desejos e sonhos.

Fonte: Portal Lugar Certo/Divulgação

Foto: Eduardo Almeida/RA Studio


Aprenda como criar decoração à prova de pets

Especialistas ensinam como enfeitar casas em que os animais de estimação fazem parte da família. Cuidados simples podem garantir a longevidade de móveis, almofadas e pisos

Xodós em muitas casas, os animais domésticos têm um lugar especial na vida de quem não abre mão deles. Fiéis, companheiros e brincalhões, cães e gatos encantam pessoas de todas as idades. Até aí, tudo é festa. Mas os problemas começam a aparecer ainda quando eles são filhotes, já que muitas vezes adoram roer e arranhar tudo que veem pela frente. Depois que crescem, as preocupações são outras, como soltar pelos por toda a casa. Apesar de não haver uma decoração à prova de animais de estimação, é possível seguir algumas dicas que contribuam para um lar mais organizado. Uma delas é acertar na escolha do material do estofado, um dos móveis preferidos pelos bichinhos.
Especialistas recomendam os tecidos mais resistentes, como couro ou couríssimo sintético. Além do sofá, camas, mesas e cadeiras merecem atenção especial, segundo a designer de interiores Ana Karina Chaves. Na hora de escolhê-los, alguns cuidados devem ser observados. “Dê preferência a materiais laváveis e resistentes que são de fácil limpeza e difícil absorção de líquidos. Uma sugestão seria escolher os pés do mobiliário de metal, pois os cães costumam roer madeira.”. Especificamente no caso do sofá, a designer de interiores Klazina Norden recomenda materiais sintéticos, como facto e couro, que são mais fáceis de limpar. As capas também são uma boa opção. Referente à estrutura do móvel, para quem tem felinos, o ideal é que seja de madeira, com assentos e encostos removíveis, como completa a profissional.
A escolha correta dos artigos que compõem a decoração evita situações desagradáveis e torna o ambiente mais aconchegante, tanto para quem vive nele quanto para as visitas
SEM MAU CHEIRO E BAGUNÇAOutro item que merece atenção redobrada na decoração em casas com animais domésticos é o tapete. A peça normalmente já requer cuidados especiais com a limpeza. E em ambientes com bichos de estimação é necessário analisar bem se ela realmente deve ser empregada. Na opinião da designer de interiores Ana Karina Chaves, a resposta é não. “Tapetes e carpetes devem ser evitados, pois são difíceis de limpar e podem se tornar um abrigo de pulgas”, justifica. Mas caso você não abra mão do artigo, prefira os de juta ou fibras naturais de trama fechada, pelo curto e de uma cor que disfarce bem os pelos de animais, aconselha a designer de interiores Klazina Norden. Para limpá-lo, a sugestão é investir em equipamentos específicos. “Existe no mercado um aspirador próprio para ser usado por donos de animais, que tem bocais com escova especial e até velcro para eliminar pelos de carpetes, estofados, cortinas e pisos.”
Os tapetes sintéticos são os sugeridos pela arquiteta Marina Dubal. Isso porque eles têm grande apelo estético e são encontrados em várias tramas e tonalidades. “Os tapetes mais indicados são os de fio de nylon e também os de pelos baixos, uma vez que facilitam a limpeza.” Independentemente da escolha, é fundamental que o tapete ou o carpete sejam laváveis e que a higienização seja feita com frequência, por causa de pelos e ácaros, como recomenda a arquiteta Flávia Soares. “Alguns cuidados na educação dos animais também são importantes para que eles não façam suas necessidades no tapete”, acrescenta.


A designer de interiores Iara Santos também concorda que o melhor é não usar tapetes, assim como ter poucos adornos ou que eles sejam menores. “Nesse tipo de decoração, também são inapropriados estofados de tecidos. E com relação ao piso, os de cerâmica ou pedra são os mais adequados para poder passar algum produto mais abrasivo, caso seja preciso.” Ana Karina recomenda os revestimentos vinílicos e laminados de madeira, por serem térmicos, mais resistentes a riscos e laváveis. Sobre o que deve ser evitado, a lista inclui mesas, mesinhas de centro e aparadores de vidro. “Também evite elementos que possam quebrar, como adornos, vasos e bibelôs. Fios, tomadas e janelas devem ser protegidos”, aconselha.
Para quem não abre mão das mesas de centro, Marina Dubal diz que elas não podem ser muito baixas, sob o risco de deixar peças de decoração muito suscetíveis ao contato com os animais, que podem quebrá-las ou fazer delas brinquedos. “Também evite peças e móveis muito instáveis e delicados, já que os animais, eventualmente, esbarram e podem se machucar.” As cortinas são outros itens que podem ter sua beleza e funcionalidade comprometidas pela presença dos animais. “Muito volumosas e até o piso, também podem sofrer com o tempo, sendo preferível persianas tipo rolo e romana, além de outros modelos que têm recolhimento superior”.
Em se tratando de pisos, os mais adequados são os laváveis, conforme a arquiteta. E para facilitar a limpeza, devem ser evitados os revestimentos com texturas, que acumulam poeira e bactérias. “Porcelanatos e pisos vinílicos são opções com uma gama de tonalidades e estampas bem diversificadas, podendo se adequar a qualquer decoração. Evite mármores e granitos claros, pois podem absorver e manchar caso o bichano queira variar seu local de necessidades, eventualmente”, justifica Marina.
DIFERENTES
Atento a essas dicas gerais, é preciso, ainda, observar as características específicas da raça do animal escolhido. Afinal, o comportamento deles varia. “Com relação aos gatos, é importante pensar na disposição dos móveis e objetos para que não façam deles escadas e circulem sobre mesas de alimentação ou em lugares que dão acesso a janelas que podem ser um risco ao animal. Além disso, os tecidos para ambientes que tenham gatos devem ser mais resistentes, por causa das unhas mais afiadas”. A solução dada por Marina Dubal para evitar as investidas felinas em lugares onde eles não são chamados é um criar um canto com módulos que podem ser escalados e que servem, também, como espécie de parque de diversões para eles. No caso dos cães, é importante pensar que, quando eles são novos, gostam de roer tudo. Assim, a melhor alternativa é sempre mantê-los ocupados com algum brinquedo que ele possa morder, no lugar da mobília.

CUIDADOS COM A MANUTENÇÃO

Para que nos ambientes reine somente a beleza e a graça dos animais, é preciso trabalho constante com manutenção. Afinal, por mais que seus convidados também gostem deles, ninguém quer ficar em um local onde impere o mau cheiro e haja pelos por todos os cantos. Para que isso não ocorra, basta fazer as escolhas corretas e cuidar, tanto casa quanto do animal. O mercado há muito já percebeu esta necessidade e oferece produtos específicos para as mais diversas necessidades. “Pode-se borrifar produto específico nos locais onde o animal não deve fazer xixi. Além disso, há vários produtos que eliminam odores e que são seguros para os animais e seus donos”, diz Klazina Norden.
E, assim como os demais integrantes da casa, é preciso que os animais tenham um local delimitado especialmente para eles, como explica Flávia Soares. “Manter um espaço para que o animal possa fazer suas refeições, um para ele dormir e outro para fazer suas necessidades.” Marina Dubal completa dizendo que é importante, ainda, que eles tenham espaço para brincar, tanto sozinhos e como com o dono. “Sobretudo, em apartamento, onde cada centímetro faz diferença, evite móveis superdimensionados, que dificultem a circulação e limpeza”, sugere.


Enfim, com zelo e dedicação é possível deixar a casa arrumada, em vez de colocar a culpa no animal pela desordem. “Todo mundo pode ter uma casa limpa e bem decorada tendo um pouco de paciência e dedicação. Os pet-shops oferecem uma gama imensa de produtos, desde mobiliários especiais para os bichinhos até brinquedos e material de limpeza para tornar mais fácil e prazeroso a convivência no lar”, diz Ana Karina Chaves. O principal cuidado para que isso ocorra é dar banhos semanais no animal de estimação.
treino Aliado a esses cuidados, Flávia Soares indica como essencial proporcionar ao animal o que ela chama de uma educação, mesmo que para isso seja necessário contar com ajuda de um profissional “Disciplina é um componente muito importante e um bom adestrador pode ajudar quem pouco conhece de animais.” Segundo ela, é muito estranho uma casa que pareça que quem é o dono é o animal.
Por isso, contar com a ajuda de profissionais para projetar esse tipo de ambiente é o ideal. Afinal, eles têm o conhecimento técnico para orientar desde a disposição do mobiliário até a especificação de materiais de acabamento e revestimento, e do mobiliário, como indica Marina Dubal. Ela diz, ainda, que o valor por esse serviço varia de acordo com o escopo do projeto. “Se abrange a arquitetura, detalhamento de áreas molhadas ou se é somente decoração.”
Flávia Soares diz que o profissional é essencial na hora de escolher os acabamentos mais adequados à higienização de ambientes que possuem animais. “O que pode, além de comprometer a estética, a saúde dos moradores”, alerta. Ela diz que, no caso do projeto de decoração, ele pode ser feito a partir a partir de R$ 900. O preço de um projeto varia de acordo com a área a ser trabalhada e as necessidades do cliente.

Fotos: Eduardo Almeida/RA Studio

Fonte: Portal Lugar Certo/Júnia Letícia/Jornal Estado de Minas


Programa Minha Casa, Minha Vida focará em atingidos pelas chuvas

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012


Foto: Divulgação

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (18) a construção de até 3 mil habitações pelo Minha Casa, Minha Vida, que serão destinadas aos desabrigados pelas chuvas. O anúncio ficou por conta do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra - embora o programa seja de responsabilidade da pasta de Cidades. As novas habitações se destinam a substituir aquelas destruídas por enchentes ou por deslizamentos de terra.
Os beneficiados entrarão na faixa de interesse social e não precisarão pagar integralmente o empréstimo. A partir da próxima semana, o Grupo de Acompanhamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estudará como o pagamento será viabilizado, se por meio de demanda dos estados e municípios, ou dos atingidos pelas chuvas.
O grupo de trabalho também irá recrutar geólogos da Petrobras e de universidades brasileiras para fazer um mapeamento geotécnico detalhado dos 251 municípios considerados de alto risco. “Quando uma chuva começar a cair, ele (mapeamento) saberá qual é a qualidade do solo, ali daquela área de risco, e conhecerá a capacidade de saturação desse solo. Poderemos então alertar a Defesa Civil local e a comunidade, para que se possa retirar quem estiver na iminência de um deslizamento”, explicou o ministro.
O trabalho seria feito até 2014, mas a presidente Dilma Rousseff pediu que o processo fosse acelerado. Na próxima semana, começarão as reuniões com a estatal e com universidades já selecionadas pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, para que seja traçado um cronograma de trabalho. Após o mapa ser feito, será possível a retirada definida das famílias que estejam em áreas de risco.

Monitoramento

Outra novidade anunciada foi a construção de mais dois centros de monitoramento em São Paulo e Santa Catarina, onde as chuvas, que já começaram, devem se intensificar a partir de domingo.
Bezerra, mais uma vez, se esquivou de falar sobre as denúncias de favorecimento de sua família e do seu estado de origem, Pernambuco, à frente do Ministério da Integração Nacional. Questionado se desistiria da candidatura à prefeitura de Recife, deu por encerrada a entrevista.
Após a reunião, Bezerra veio para Belo Horizonte para entregar pessoalmente a ordem bancária para transferência de verba para a reconstrução da infraestrutura urbana de pontos atingidos. Ele esteve com o governador mineiro, Antônio Anastasia, e o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda. O prefeito de Sapucaia (RJ), Anderson Zanon, esteve em Brasília ontem para receber os recursos.

Fonte: Juliana Braga/Correio Braziliense/Portal Lugar Certo

União deve ampliar oferta

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Patrick Costa diretor-executivo da Rede Imvista

A Rede Imvista Negócios Imobiliários acaba de firmar uma parceria com a Lopes, maior empresa de vendas e consultoria de imóveis do país. Com o acordo, a empresa mineira pretende potencializar suas vendas, já que poderá atuar em mais 12 Estados brasileiros.
Com o intuito de potencializar suas vendas, a Rede Imvista Negócios Imobiliários acaba de firmar uma parceria com a Lopes, maior empresa de comercialização e consultoria de imóveis do Brasil.
O acordo prevê o compartilhamento entre os bancos de dados da Imvista e da Pronto!, unidade da Lopes responsável pelos imóveis seminovos. A empresa mineira também poderá comercializar os lançamentos da parceira, gerando um aumento na oferta de imóveis. Vale lembrar que o acordo não significa fusão, já que a Rede Imvista continua com gestão própria.
Em entrevista a O TEMPO, o diretor-executivo da Rede Imvista, Patrick Costa, falou sobre o projeto e sobre os benefícios da parceria.
Qual a importância da parceria entre a Rede Imvista e a Lopes Pronto Imóveis? Como ela funcionará e quais benefícios trará para a empresa e os clientes? Em um mercado cada vez mais competitivo, em que parcerias estratégicas devem ser traçadas com base na profissionalização dos processos, pretendemos uma maior oferta para as classes com poder aquisitivo mais elevado, bem como a possibilidade de comercialização dos lançamentos imobiliários da Lopes Imóveis.
Já a Lopes contará com uma carteira de aproximadamente 20 mil imóveis avulsos para comercialização, além da "capilaridade" da Rede Imvista, espalhada por mais de cem pontos de vendas na região metropolitana de Belo Horizonte.
Quem ganha com tudo isso é o nosso cliente, que passará a ter disponível uma estrutura ainda mais forte e consolidada para a venda do seu imóvel.
Como o convênio irá interferir no relacionamento da empresa com o mercado? Embora a Rede Imvista seja uma empresa jovem, desde que foi fundada, em julho de 2008, se configura como a cooperativa que mais cresce no mercado imobiliário do Estado. Nascido da ideia de seis experientes profissionais da área, o grupo, com mais de cem imobiliárias, soma um banco de dados com aproximadamente 20 mil imóveis, que consolidam e alicerçam a empresa como uma das maiores estruturas de rede do país.
A parceria com a Lopes Pronto Imóveis irá favorecer a abrangência de atuação das duas partes de maneira estratégica e imprimir mais expressão no mercado de lançamentos imobiliários, uma vez que este segmento se difere pela forma mais direta e rápida de abordagem aos clientes compradores.
Novos setores de atuação também podem surgir? Quais os principais tipos de imóveis com que a Rede Imvista trabalha? Existem planos para atuar em novas áreas neste ano? Com um sistema de "capilaridade" espalhado por toda a região metropolitana, contamos hoje com aproximadamente 20 mil imóveis à disposição de nossos corretores para ofertas aos clientes compradores de imóveis de todos os perfis.
Com essa parceria, pretendemos aumentar nossas ofertas em imóveis para clientes com poder aquisitivo mais alto, bem como os lançamentos imobiliários para todos os segmentos.
Outra novidade é a possibilidade de oferta do Credipronto, que consiste em um financiamento mais ágil e menos burocrático aos nossos clientes. Contudo, esperamos em 2012 um crescimento mais consolidado, abrangendo o interior e outros Estados.
Como tem sido o desempenho da empresa nos últimos anos? Por se tratar de uma rede ainda nova, a Rede Imvista conquista números expressivos a cada ano. Esperamos agora a consolidação de nossa marca na região metropolitana e a ampliação de nossa atuação no interior e fora de Minas Gerais.
Como você analisa o atual mercado imobiliário em Belo Horizonte? Passamos por um momento de reflexão, com um déficit habitacional na região metropolitana de Belo Horizonte em torno de 116 mil domicílios. Esse é um dado oficial do Ministério da Cidade, calculado pela Fundação João Pinheiro, e gera expectativa de crescimento no setor. Com a entrega de muitos imóveis que foram lançados nos últimos três anos, a tendência é que ocorra um aumento nas ofertas de imóveis avulsos para a comercialização.
Que regiões da cidade você acha que vão deslanchar no âmbito de novos projetos e lançamentos? Existe alguma que esteja ganhando uma atenção especial da Rede Imvista? O vetor norte da capital, devido ao Centro Administrativo e ao Aeroporto Internacional de Confins, bem como a saída para o Rio de Janeiro, que engloba o Vale do Sereno e a região do Alphaville, se destaca com os crescentes números de lançamentos imobiliários. Já na região metropolitana, as cidades de Contagem, Betim, Lagoa Santa e Sete Lagoas estão em evidência. A Rede Imvista está atenta a todas as regiões devido à sua presença e a capilaridade de atendimento nesse setor.
Os preços dos imóveis na cidade tendem a subir ainda mais? Como esses valores devem ficar em 2012? Acredito que os valores continuem a subir, porém, em uma velocidade menor, devido ao ajustamento das ofertas. A expectativa de crescimento deverá acompanhar a economia.

Fonte: Johnatan Castro/ Jornal O Tempo


Correção de contratos de aluguéis no ano que vem será de 5,1%

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Correção de contratos com vencimento em janeiro e atrelados ao IGP-M será de 5,1%, menos da metade do reajuste de 11,32% aplicado no início de 2011. A regra não vale, contudo, para renovação ou novos acordos

Foto: Google Imagens
O próximo ano vai começar melhor do que 2011 para quem mora de aluguel. Os brasileiros que têm contrato reajustado em janeiro pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) vão desembolsar 5,1% a mais pela parcela mensal em 2012. O reajuste, contudo, representa menos da metade da correção aplicada no início deste ano: 11,32%. E tendência suguirá favorável aos inquilinos. A aposta dos especialistas é de que a inflação da locação de imóveis continuará desacelerando. Todavia, para os contratos que acabarão no início do ano, se renovados, o impacto ainda será pesado no orçamento das famílias — nessas situações, a correção costuma acompanhar a lei de mercado, ou a valorização do imóvel, que, em algumas regiões, pode representar aumento superior a 20% sobre o aluguel antigo.
O consumidor precisa ficar atento ao contrato. Normalmente, o documento prevê prazo de validade de dois anos e meio e a cada 12 meses é reajustado de acordo com a variação de um índice de inflação — o mais comum no Brasil é o IGP-M. Ao fim de 30 meses, inquilino e proprietário têm de sentar à mesa para negociar o novo valor do aluguel. “Antes do vencimento do contrato, ele só pode ser reajustado pelo índice que está no contrato. É a lei. Qualquer coisa fora disso está errado”, explicou Ovídio Maia, corretor e vice-presidente do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (Secovi-DF).
O produtor audiovisual Rodrigo Neiva, 32 anos, mora há um ano em um apartamento alugado com a esposa. Em janeiro, vai sofrer o primeiro reajuste. “O valor vai passar de R$ 625 para 656,88, um aumento de R$ 31,88”, calculou. “Mas, com o desconto de pontualidade, ficará um pouco mais barato”, avaliou Rodrigo. A correção vai apertar o orçamento, mas, quando optaram pelo aluguel, ele e a esposa levaram em conta os reajustes anuais. “Procuramos para comprar, mas não achamos nada interessante. Tivemos sorte no aluguel. Nosso apartamento é muito bom e tem um preço legal”, justificou.

Queixas

Especialistas afirmam que é preciso ficar bem atento ao contrato na hora de alugar um imóvel, sobretudo em relação às cláusulas que falam sobre atualização de valores. “A maioria das reclamações são de pessoas que confundem as correções do contrato em vigência com o reajuste que será cobrado em um novo acordo”, afirmou Maia. “São situações diferentes”, reforçou. Queixas recorrentes também surgem, segundo ele, quando os contratos são feitos entre as partes e sem o auxílio de um advogado ou de um profissional especializado. “Isso quase sempre pode levar a brigas na Justiça”, observou.
O IGP-M de dezembro, divulgado ontem pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou deflação de 0,12% em relação a novembro, quando a inflação medida pelo índice atingiu 0,50%. Foi o recuo do último mês que ajudou a produzir a boa notícia aos inquilinos que vão corrigir seus contratos em janeiro. Para chegar ao número fechado de 2011, a FGV fez uma ponderação entre três índices de inflação: o de Preços ao Consumidor (IPC), o de Preços ao Produtor Amplo (IPA) e o Nacional de Custos da Construção Civil (INCC).
O número negativo de dezembro foi registrado devido a um recuo nos preços aos produtores. Comparada a novembro, a carestia para o setor produtivo recuou 0,48%. Itens primários tiveram papel decisivo nesse resultado. Os principais grãos e o minério de ferro ficaram mais baratos no mês. “Com a desaceleração econômica, o medo de uma recessão e a China sofrendo impactos indiretos de tudo isso, o cenário favoreceu uma redução nos preços das commodities (produtos básicos com cotação internacional), um impacto que só chegou efetivamente ao Brasil neste mês”, explicou Salomão Quadros, economista da FGV.

Alimentação

Entre os itens que ficaram mais baratos, os destaques ficam com o minério de ferro (queda de 6,96%), milho (-7,04%), soja (-3,53%) e leite (-2,53%). Equipamentos usados pela indústria também registraram recuo de 0,5% nos preços. Para os especialistas, as baixas registradas na inflação para o setor produtivo serão repassadas em breve às famílias. “A tendência é de que o IGP-M, puxado pelas commodities, continue a desacelerar”, projetou Quadros.
Contudo, enquanto os valores menores não alcançam o bolso do brasileiro, alguns produtos ainda incomodam e deixam o orçamento estrangulado. Os preços ao consumidor, pela avaliação da FGV, subiram 6,16% em 2011 e, em dezembro, o grupo alimentação ganhou o posto de vilão, com alta de 1,24%. As carnes dispararam 5,36%, as frutas subiram 4,37%, e os pães e biscoitos aumentaram 1,56%.

Em queda

O que influenciou a desaceleração do IGP-M em dezembro (Em %)

Batata inglesa -12,19
Limão -9,16
Tomate -7,55
Milho -7,04
Minério de ferro - 6,96
Soja -3,53
Leite -2,53

Fonte:  Victor Martins - Correio Braziliense

Rede Imvista promove Campanha Solidária de Natal e irá beneficiar 74 crianças

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011


Imagem: Rede Imvista/Divulgação

Buscando oferecer suporte e assistência para famílias carentes, a Rede Imvista promove neste ano a sua 1ª Campanha Solidária de Natal. Clientes, associados da rede e moradores da comunidade do entorno podem participar doando alimentos não-perecíveis, roupas e brinquedos até o dia 16 de dezembro.
Os donativos serão entregues na Creche Francisco de Assis, localizada no Bairro Esplanada,em Belo Horizonte, e beneficiarão 74 crianças acolhidas pela entidade. “A expectativa é angariar alimentos para no mínimo três meses”, espera Felipe Matos, diretor de criação da Agência True Comunicação, responsável pela divulgação da campanha.
Dados de uma pesquisa divulgada em julho deste ano pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) chamam atenção para a situação de misériaem Minas Gerais. De acordo com o instituto, são 900 mil pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade social, tanto nos centros urbanos quanto no interior do estado. Esse número representa 4,6% da população do Estado.
Ainda com base no Ipea, 40% da população nessa condição têm baixa educação, sendo que a metade é formada por crianças e adolescentes. “Na hora do pedido de Natal a maioria das crianças preferem um emprego para os pais e até mesmo cesta básica. Quando você vê a carinha dessas crianças, fica gratificada e quer ajudar cada vez mais”, comenta Renata Cotta (foto), integrante do Comitê de Marketing e Propaganda da Rede Imvista que organiza a ação.
Ela lembra que, com a doação de alimentos e cestas básicas é possível possibilitar uma ceia natalina digna para famílias que vivem em situação de miséria. “Não existe preço para isso. Se as pessoas se colocassem no lugar do outro nessa época seria um começo para mudar esse mundo de miséria o ano inteiro”.
Há dois anos no mercado, a Rede Imvista conta com 100 pontos de vendas espalhados por Belo Horizonte e região metropolitana. Cada uma dessas unidades ficará responsável por recolher suas doações. Por meio de jornais, redes sociais e e-mail marketing a campanha já está sendo divulgada internamente e para o público externo. “A ideia principal é aproveitar a capilaridade da rede, o número de colaboradores, para internamente e através de parceiros e vizinhos das unidades da Imvista arrecadar o maior montante de roupas, alimentos e brinquedos”, explica Felipe.

Seja um voluntário

As doações de alimentos não-perecíveis, roupas e brinquedos, que serão entregues à Creche Francisco Assis podem ser feitas até o dia 16 de dezembro em qualquer uma das 100 associadas da Imvista ou por meio de agendamento prévio para a coleta dos donativos. Informações no (31) 2551-7550 ou pelo e-mail patrick@imvista.com.br.

Interior de Minas vai ganhar mais de 20 hotéis

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Foto: Divulgação

Os investimentos em hotéis ultrapassaram os limites da Serra do Curral e chegaram ao interior, em cidades distantes do burburinho que envolve a Copa do Mundo de 2014. Os empreendedores, nesses casos, não estão interessados na ocupação que vai se limitar aos dias nos quais o país vai respirar jogos de futebol. Eles farejam o crescimento econômico que já chegou às cidades mineiras de médio porte. Aprevisão é de que uma cifra que supera os R$ 300 milhões seja investida em pelo menos 24 empreendimentos hoteleiros que ficam fora dos limites de Belo Horizonte nos próximos quatro anos. E a expectativa é de que mais de 1,3 mil empregos sejam gerados nas operações dessas novas unidades. “Existe uma demanda. Esses empresários estão indo atrás do aquecimento da economia do interior. Não tem nada a ver com a Copa”, afirma a presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Minas Gerais (ABIH-MG), Rafaela Fagundes Vale.
Um dos grupos que descobriram Minas Gerais recentemente e já apostam na força de seu interior é o Sleep Hotels. De origem portuguesa, ele chegou no rastro da Design Resorts, empresa parceira que está à frente do Condomínio Reserva Real em Jaboticatubas (Vetor Norte de BH, perto da Cidade Administrativa e do aeroporto de Confins). O primeiro hotel do grupo no país foi lançado dentro do empreendimento imobiliário, o Twist Inn Reserva Real, com investimentos de R$ 40 milhões, e já conta com 55% dos 204 apartamentos reservados. O segundo, o Twist Inn Conselheiro Lafaiete (na Região Central de Minas), teve a pré-reserva lançada nessa terça-feira. O hotel vai contar com 144 apartamentos e investimentos de R$ 20 milhões. Para o primeiro trimestre de 2012, estão previstos mais três empreendimentos da mesma bandeira, em Minas: em Sete Lagoas (Região Central), Pirapora e Montes Claros (ambas no Norte do estado). O interior de São Paulo também receberá uma unidade do grupo, em São José do Rio Pardo.
Ao todo, serão R$ 117 milhões em investimentos nos seis primeiros Twist Inn, que vão gerar 235 empregos diretos. “O Brasil agora é a bola da vez da hotelaria mundial, com cidades que representam oportunidades para investimentos na área”, afirma o presidente-executivo do Sleep Hotels, Carlos Rosales. Português, ele garante que não há uma nova descoberta do país, mas um “reencontro com o Brasil”, que não deixa de ser interessante em um momento de crise na Europa. Para ele, a Copa do Mundo vai ser importante por agregar valor aos negócios brasileiros, mas terá uma repercussão limitada, de uns 30 dias, em várias cidades. “É um acontecimento pequeno dentro da vida de um hotel que pode ser muito grande. Por isso estamos em busca dessas cidades que têm desenvolvimento econômico e hoje já necessitam de boa oferta hoteleira”, explica. Ele adianta que além dos seis projetos que já podem ser divulgados outros estão em estudo em mais 20 cidades do interior de Minas, São Paulo e Bahia. Os empreendimentos são abertos para investidores e as unidades hoteleiras já disponíveis são oferecidas entre R$ 140 mil (Lafaiete) e R$ 195 mil (Reserva Real).

Longe de brigas
Outro grupo que focou seus negócios no interior foi o Vista Hotéis & Resorts. A bandeira já conta com 10 hotéis previstos para cidades mineiras de médio porte, além de seis em Goiás. Segundo Jamil Roiz de Paiva, um dos proprietários do grupo, esses empreendimentos já estão em fase mais adiantada: “Mas queremos é contar com 25 unidades em quatro anos”. As cidades que estão com empreendimentos já engatilhados são Contagem, Betim e Vespasiano (na Grande BH); Sete Lagoas e Conceição do Mato Dentro (Região Central), Divinópolis (Centro-Oeste de Minas), Ubá e Visconde do Rio Branco (Zona da Mata). “Também teremos projetos em Nova Lima e João Monlevade (ambas na Região Central).”
Roiz calcula investimentos acima de R$ 100 milhões nos 10 empreendimentos. “Enquanto as grandes redes brigam nas capitais vamos para o interior, que precisa de desenvolvimento nessa área”, afirma. “E a palavra Copa não está no nosso dicionário”, completa, ao dizer que foram mais de dois anos de pesquisa antes de definir as cidades com mais potencial para receber os hotéis.

Outros a caminho

A Rede Bristols é exemplo de empresa que dividiu seu foco. O grupo está investindo em oito hotéis. Desses, quatro são em BH e quatro, no interior. Os que ficam fora da capital estão em Betim, Itabira, Ipatinga e João Monlevade e vão consumir recursos acima de R$ 60 milhões.
Já a Arco Hotéis acabou de inaugurar uma unidade em Passos, no Sudoeste de Minas, e prepara projetos para Manhuaçu (Zona da Mata), Sete Lagoas e Montes Claros. O investimento médio em cada hotel será de R$ 10 milhões e a expectativa é de que cada uma delas gere cerca de 70 empregos. “É o caminho da roça. Vamos atrás de cidades que são núcleos de regiões em desenvolvimento”, afirma o superintendente da empresa, Rodrigo Mangerotti.
Além dos empreendimentos executados por grupos, há os individuais, lançados e depois negociados com grupos hoteleiros. Um exemplo é o hotel que vai ser construído na esquina do Itaú Power Shopping, em Contagem. O diretor do Escritório Torres Miranda Arquitetura, Júlio Torres, responsável pelo projeto, conta que serão 218 quartos, além de espaços comerciais. “A ideia é atender a demanda do polo industrial.”
Em Brumadinho, na Grande BH, está prevista a construção de um hotel dentro do Instituto de Arte Contemporânea Inhotim. O projeto terá 42 bangalôs entre 60 e 90 metros quadrados e a autoria da arquiteta Freusa Zechmeister. Segundo o diretor de Comunicação do Inhotim, Renato Tavares, ainda não foi definido um nome ou fechado o valor do investimento. O lançamento está previsto para os próximos meses. (GR)

Fonte: Graziela Reis/Jornal Estado de Minas/Portal Lugar Certo

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