Jovens buscam imóveis mais caros para comprar

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


Foto: Arquivo Stockexpert

Os jovens não só respondem pela maioria dos financiamentos imobiliários, como também aumentaram o valor do investimento na casa própria. Segundo os dados da Caixa Econômica Federal (CEF), a maioria dos jovens (24%) financia entre R$ 50 mil e R$ 80 mil e os financiamentos de até R$ 50 mil atingiram o menor patamar histórico com 7,3% do total. Há dez anos, os financiamentos nesta faixa de preço representavam apenas 4,6% enquanto 44,6% dos valores financiados eram de até R$ 50 mil.
Segundo presidente da Lar imóveis, Luiz Antônio Rodrigues, o perfil de compra está sofrendo mudanças. "Podemos notar o aumento nos valores investidos. Em princípio, o mais comum é que recém-casados ou jovens que estão saindo da casa dos pais busquem empreendimentos de até dois quartos, que possuem preços mais acessíveis. No entanto, é crescente a busca por casas e coberturas que, embora sejam mais caras, são oportunidades de boa aplicação financeira e permitem se acomodar", explica.
Com dois filhos e precisando de mais espaço, Kléber Gustavo Moreira resolveu comprar um apartamento maior. O engenheiro já possuía um imóvel e usou para pagar parte do valor de um apartamento mais amplo. "Eu pensei em oferecer uma moradia melhor para as crianças e também enxerguei o imóvel como forma de investimento. A valorização imobiliária é animadora. A facilidade no crédito para compra de imóveis também ajudou bastante na hora da decisão. As linhas de crédito estão facilitadas e permitem que o valor financiado seja maior", disse.
Internet. Outro fator que auxilia e motiva a compra para jovens com menos de 35 anos são as ferramentas de internet. Somente no mês de setembro deste ano, o simulador habitacional da CEF, que detém cerca de 70% dos financiamentos imobiliários, registrou mais de 16 milhões de simulações de compra de imóveis. De acordo com dados do banco, mais de 80% das pessoas interessadas em adquirir um imóvel fazem uma busca prévia por meio da internet.
Segundo o vice-presidente da rede Netimóveis, Ariano Cavalcanti de Paula, o portal da empresa registra mais de 1,5 milhão de acessos por mês. A rede Netimóveis é pioneira na comercialização de imóveis virtualmente e iniciou a comercialização pela internet no mesmo ano em que a rede mundial de computadores chegou ao Brasil, em 1995.
De acordo com ele, somente em Belo Horizonte há um registro de 68 mil visitas no site por dia. "O portal é responsável pela captação de quase 70% dos clientes. Como todas as informações ficam online, os interessados realizam uma busca prévia e já chegam às lojas com informações concretas do que querem. Ele define pelo portal as características do imóvel e filtra as opções fazendo uma pré-escolha do que deseja e, certamente, poupa tempo com isso, o que é uma grande vantagem", define.
Fonte: Letícia Murta/Jornal O Tempo

Jovens são maioria na compra da casa própria

Foto: Daniel Iglesias/O Tempo

O sonho da casa própria já é realidade para muitos jovens que estão comprando mais cedo o primeiro imóvel. Em busca de independência e privacidade ou mesmo para constituir uma família, os jovens estão mais interessados em adquirir a casa própria e já respondem pela maioria na compra de imóveis. De acordo com dados da Caixa Econômica Federal (CEF), pessoas com menos de 35 anos representam 58,3% das negociações concretizadas pela instituição. Facilidade na obtenção do crédito, melhoria no cenário econômico nacional e nas condições oferecidas para a compra do imóvel são alguns dos fatores para o aumento.
O aumento na oferta de crédito e melhora das condições oferecidas para a compra do imóvel, como prazos mais longos e taxas mais baixas, são alguns dos fatores mais importantes para que o jovem consiga comprar o primeiro imóvel.
De acordo o presidente da Lar imóveis, Luiz Antônio Rodrigues, a mudança no comportamento do jovem consumidor é sentida diariamente. "Estamos notando aumento na procura de imóveis para comprar. O jovem anteriormente buscava com mais frequência imóveis para locação, mas as mudanças positivas estão auxiliando para que a casa própria seja comprada cada vez mais cedo", disse.
Há cerca de um ano o policial militar João Leonardo de Souza Coutinho, 30, e a técnica em informática Railane Cristina Junqueira, 34 (foto), decidiram aumentar a família e garantir uma moradia confortável. O nascimento do filho Arthur foi marcado pela compra da casa no bairro Castelo, na região da Pampulha. "É a realização de um sonho. Quando compramos um imóvel, temos a certeza de que estamos construindo nosso futuro", disse.
O policial queria oferecer mais conforto para a família e buscou a melhor maneira de comprar a casa própria. "Pagar aluguel é algo que não dá retorno, diferente de quando pagamos as prestações da casa própria e temos a garantia de que estamos concretizando nossa felicidade. Hoje temos um filho e isso pesa bastante, pois deixaremos a ele um patrimônio", afirma.O casal investiu em torno de R$ 200 mil para comprar a casa de dois andares e três quartos e, com a valorização da região, já pensa em investir em outros imóveis. "Tenho certeza de que este é o melhor investimento e quero em breve começar a planejar para comprar outros imóveis e disponibilizar para aluguel. A agilidade na obtenção de crédito beneficia para que seja possível comprar o imóvel, para moradia ou para investimento", garante.
Segundo o diretor da Lar Imóveis, o jovem que compra um imóvel pensa não somente em uma forma de moradia, mas também como uma aplicação. "A procura por regiões que estão em valorização é sempre uma boa opção", garante.
Fonte: Letícia Murta/Jornal O Tempo

O charme dos rodapés

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Foto: Portobello/Divulgação

Se antes o rodapé era apenas uma peça para proteger o revestimento da parede – e, portanto, quanto mais parecido com o piso, melhor –, agora ele passa a ser um elemento de destaque. De acordo com a Portobello, uma das principais marcas internacionais de revestimentos cerâmicos, a tendência da vez é mesclar cores e texturas distintas, porém harmônicas, realçando a presença como artifício decorativo do ambiente.
Graças a essa tendência, os rodapés de porcelanato estão ganhando importância aos olhos de designers de interiores e arquitetos, pois sua vasta paleta de tons permite variadas combinações – das tradicionais às ousadas. As possibilidades que um rodapé em porcelanato oferecem vão muito além do antigo costume de adequar esse acabamento ao mesmo material do piso. Entre as sugestões, há modelos que reproduzem madeira que, junto aos pisos que se assemelham às pedras, como limestone, possibilitam um resultado surpreendente.
De acordo com a coordenadora de Marketing da Portobello, Christiane Ferreira, o uso desse produto traz muitas vantagens, como a fácil aplicação, alta resistência, além de proporcionar acabamento e efeito visual perfeitos. Segundo ela, independentemente da cor do piso, mesmo se for uma cerâmica convencional, é possível criar um espaço sofisticado. Basta aderir ao rodapé em porcelanato branco. Os pisos de madeira em qualquer tonalidade também ficam muito elegantes ao usar essa alternativa.
E as opções da Portobello agradam a todos os estilos. Quem prefere o clássico pode aderir aos rodapés em mármore Perlino e Galileu Crema. Para os adeptos dos tons neutros, a sugestão é o Simplesmente Branco. As opções para os mais despojados são o Ecodécor e Ecowood, que reproduzem madeira.
Fonte: Redação/Jornal Estado de Minas

Utilização do aço cresce no Brasil como alternativa de material sustentável

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Foto: Eduardo Almeida/RA.Studio

Desde as primeiras décadas do século 20, que marcaram os avanços da siderurgia brasileira, impulsionadas pelo surto industrial ocorrido entre 1917 e 1930, o aço vem ganhando cada vez mais destaque na construção civil. Atualmente, casas, prédios, equipamentos urbanos, sistema drywall, engradamento metálico, esquadrias, coberturas e passarelas são só alguns dos locais onde o material pode ser encontrado no dia a dia.
Os avanços tecnológicos e o crescimento do uso do aço também possibilitaram o desenvolvimento de novas alternativas para a construção de casas que contribuem para a redução do prazo de execução da obra. Outras vantagens do material são a possibilidade de uma construção limpa e de o aço ser um material 100% reciclável.
Engenheiro civil e coordenador do curso de especialização em construção civil da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Dalmo Lúcio Mendes Figueiredo conta que a elevada resistência à compressão e à tração é um dos motivos que faz com que o aço tenha uma grande aplicação na construção civil. ”Ele se integra muito bem com o concreto, formando o concreto armado.”
O professor explica que os dois materiais têm o coeficiente de deformação parecido, ou seja, quando submetidos a carregamentos, as deformações dos dois ocorrem de maneira uniforme. “Sem o surgimento de fissuras que poderiam ocasionar a diminuição da durabilidade ou o colapso da estrutura”, completa Dalmo Figueiredo.
Além da aplicação no concreto armado, o professor fala que o aço pode ser usado formando estruturas (esqueletos) para receber os carregamentos das edificações – móveis, equipamentos e pessoas, além do peso próprio. “São as estruturas metálicas que a cada dia vêm aumentando a participação na construção civil”, explica.
Superintendente do Instituto Aço Brasil, Catia Mac Cord Simões Coelho diz que o potencial de associações entre o aço e o concreto é enorme e ainda pouco explorado no contexto brasileiro. “Os materiais são totalmente compatíveis (caso contrário, não existiria o concreto armado) e a concepção das estruturas de aço, complementadas com concretagens feitas no próprio canteiro de obras, é positiva para ambas as tecnologias”, conta.
Catia explica que a estrutura de aço confere ao concreto moldado in loco sua alta produtividade e reduz o peso global com pilares dimensionados para a etapa de montagem. “O concreto, por sua vez, ameniza as incidências físicas mais intensas em soluções industrializadas, reduzindo seus custos diretos, e gera um produto final mais próximo das expectativas culturais brasileiras”, avalia.

Difusão

Apesar dos benefícios, o uso de estruturas metálicas ainda não está tão difundido no Brasil como ocorre no exterior, segundo Dalmo Figueiredo. Uma das razões para isso são avaliações de custos inadequadas.
“A questão cultural pouco a pouco está sendo assimilada, com as vantagens que o sistema apresenta. O aspecto econômico hoje também está sendo suplantado com a consideração dos ganhos indiretos inerentes ao processo.”
Diretor de planejamento da Pórtico Construções Metálicas, Flávio Gibram diz que, apesar de ter o uso bastante difundido em praticamente todo o mundo, isso não ocorre de maneira uniforme. “No caso do Brasil, apesar de ser o maior exportador de minério de ferro e tradicional produtor de aço, a sua utilização ainda está bem abaixo de países como os Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Austrália.”
A superintendente do Instituto Aço Brasil levanta a hipótese de que talvez a principal questão seja o desenvolvimento dos elos do mercado imobiliário. “Só agora eles estão sendo consolidados em nosso contexto, com a presença maciça de investidores e demanda interna aquecida, exigindo maior produtividade dos meios de produção na construção civil”, diz Catia Coelho.
Contextualizando, o professor Dalmo Figueiredo fala que o projetista geralmente depara-se com a necessidade de optar entre uma estrutura metálica ou uma estrutura em concreto armado. “A comparação não é simples, pois, para cada caso, deverá ser considerado o melhor proveito de cada um dos sistemas e ainda ponderar a possibilidade de utilizar a estrutura mista. O custo/beneficio deverá ser cuidadosamente avaliado”, aconselha.
Fonte: Júnia Letícia/Jornal Estado de Minas

Inmetro cria etiqueta de conservação de energia para classificar construções

Foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press

A preocupação com o meio ambiente movimenta o mercado imobiliário no Brasil. As construtoras correm atrás de soluções sustentáveis para economizar, principalmente, água e energia elétrica. Além de conquistar o consumidor final, será diretamente beneficiado com a redução dos gastos, elas querem aumentar o valor agregado do imóvel.
A partir de agora, os engenheiros terão uma motivação a mais para planejar edificações ecologicamente corretas: o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) lançou a Etiqueta Nacional de Conservação e Energia (Ence) para classificar construções em mais ou menos eficientes.
A proposta do Inmetro é criar um incentivo para que a população tenha consciência na hora de construir ou comprar um imóvel. “Você vai gerar benefícios para o país, para o meio ambiente e para o mercado”, afirma um dos integrantes da equipe técnica do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), responsável pela elaboração da Ence, Márcio Damasceno.
“O valor das edificações tende a aumentar.” Na venda de eletrodomésticos, que já são classificados de acordo com a eficiência energética, a etiqueta tornou-se fator decisivo para 85% dos brasileiros fecharem negócio.
A Ence vai funcionar nos mesmos moldes das que encontramos em geladeira, por exemplo. No caso das edificações comerciais, são avaliados três critérios para dar classificação de A a E: iluminação, sistema de ar condicionado e envoltória (área que separa a construção do meio externo, como cobertura e fachada).
Com a etiqueta também será possível visualizar o potencial de economia de energia. Em um ano do PBE, 14 projetos de edifícios comerciais foram classificados em várias partes do Brasil – Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Pará. Análise feita com os dados desses prédios já comprovou que dá para reduzir o consumo de energia em até 50%.
Em Minas, ainda não existe nenhuma edificação com a Ence, mas várias construtoras já desenvolvem projetos voltados para eficiência energética. A Construtora Atrium, por exemplo, só usa vidro de autoperformance na fachada dos prédios comerciais.
“O vidro é ecologicamente correto. Ele consegue absorver o calor, em vez de refleti-lo, e não deixa voltar para a atmosfera. Ao mesmo tempo, deixa a luz natural entrar”, explica o engenheiro e diretor comercial da empresa, Guilherme Maynard Cerqueira. Assim, é possível reduzir o uso do ar-condicionado e, por consequência, economizar energia elétrica.
O único porém, na visão dos clientes, é o preço do vidro de autoperformance, que custa 30% a mais que um vidro comum. “Como o vidro é mais caro, você tem que vender a ideia para o cliente”, comenta o engenheiro. “A diferença você recupera na economia do ar-condicionado. Em 10 anos você consegue pagar todo o custo do vidro.”

Residenciais

O regulamento da Ence para edificações residenciais ainda está em desenvolvimento, mas deve ficar pronto até o fim do ano. Nesse caso, não só as construtoras poderão solicitar a etiqueta de eficiência energética. Um proprietário terá a possibilidade de pedir a classificação para seu apartamento.
Fonte: Celina Aquino/Jornal Estado de Minas

Equipe Imóveis Líder BH

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Foto: Renata Cotta

Hoje é dia de conhecer o corretor de imóveis Breno Lúcio Fragoso. O rapaz tem 30 anos de idade, é casado e possui um filho, o Bernardo. Atleticano convicto, Breno acredita que o segredo para o sucesso seja "trabalhar honestamento e tentar conquistar todos os objetivos". Inteligente, é o integrante mais novo da equipe da Imóveis Líder BH, começou a trabalhar na empresa como office boy e se tornou corretor em meados de março deste ano e já é um dos líderes em captação e venda! Boa sorte e sucesso sempre Breno, é o que a Imóveis Líder BH deseja a você!
Perfil:
Nome completo: Breno Lúcio Fragoso
Idade: 30 anos
Data de nascimento: 15/09/1980
Cor favorita: preto
Time do coração: Clube Atlético Mineiro
Estilo de música favorito: Rock and Roll
Banda Preferida: Rolling Stones

Oferta de imóveis não acompanha mudança de hábitos dos brasileiros

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Durante sua vida, o brasileiro muda de residência, em média, sete vezes, por razões como trabalho, estudo, casamento e nascimento dos filhos. Entretanto, ao mudar de casa, observa-se que ele não encontra no mercado imobiliário opções de imóveis adequadas às necessidades dos diferentes estágios de sua vida. Pelo menos é isso o que aponta pesquisa realizada pela mestre em gestão da qualidade e produtividade, doutora em engenharia civil e professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) Maria Carolina Gomes de Oliveira Brandstetter.
Na pesquisa, foi analisado o histórico de moradia de mais de 80 famílias de classe média e um dos resultados encontrados foi que, ao buscar um imóvel para morar, as pessoas mais jovens e com menor poder aquisitivo privilegiam a localização, a faixa de preço e a área do empreendimento. Já para as pessoas mais velhas e com maior renda, o mais importante é que o imóvel seja novo e tenha um padrão elevado, mesmo que esteja fora da faixa de localização que gostariam.
O trabalho demonstrou que os principais fatores que determinam a escolha das pessoas por um imóvel são a idade do chefe da família e dos filhos, o estágio de vida familiar e o patrimônio financeiro, como conta Maria Carolina. “À medida que as pessoas vão envelhecendo, procuram moradias melhores, mais caras e bem localizadas, mais próximas do trabalho e fora dos bairros mais nobres e saturados. Isso pode ser uma das explicações para o fenômeno observado hoje nas principais capitais brasileiras de revalorização do Centro.”
Em muitos pontos, o cenário retratado pela pesquisa assemelha-se à realidade mineira. O presidente da Câmara do Mercado Imobiliário e do Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi), Ariano Cavalcanti de Paula, diz que, ao buscar um imóvel, todas as pessoas procuram primeiro locais de fácil acesso. “E esperam que tenham boa infraestrutura, pois estão em busca de facilidade.”
Ele acrescenta que há uma tendência de, ao se estabilizar, a pessoa dar mais importância para imóveis que lhe proporcionem um conjunto de conveniências que tornam mais prático o dia a dia. “Seja por estar localizado próximo ao trabalho, seja por estar perto de um local em que desenvolve outras atividades, no caso dos aposentados. Esse fator resgata a importância da região Centro-Sul como espaço mais valorizado em BH, pois é lá que muitas dessas facilidades se concentram.”
Diretor-tesoureiro do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG), Cinézio Geraldo Pereira concorda que, à medida que envelhecem, as pessoas buscam maior comodidade. “No caso de Belo Horizonte, a administração pública, juntamente com importantes entidades de classe, têm se preocupado em atingir um grau de revitalização na área central, incluindo o item segurança como principal preocupação, o que deverá atrair essas pessoas para a aquisição de imóveis nessa região.”

Fonte: Portal Lugar Certo

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